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Simplesmente Acontece


Nome original: Love, Rosie
Diretor: Christian Ditter
Duração: 1h42
Ano: 2015
País: Reino Unido, Alemanha
Gênero: Romance, Comédia

Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância e vivem em uma pequena cidade na Inglaterra. Na época do Colegial, eles planejam mudar para os Estados Unidos para estudar, ele Medicina e ela Hotelaria. Os dois passam nas universidades escolhidas, porém, por um grave motivo Rosie não consegue ir. Anos se passam enquanto suas vidas seguem completamente diferentes, tentando esconder o sentimento verdadeiro que sentem um pelo outro. Será que ficarão juntos?

O romance é bem desenvolvido com flashbacks presentes em toda a obra, com sonoplastia agradável concordando com a trama. Lily Collins e Sam Claflin conseguem desenvolver perfeitamente os seus papéis.
Autoras: Maelly Marques e Beatriz Salviano.

As Vantagens de Ser Invisível


"Somos Infinitos"

Titulo: The Perks of Being a Wallflower (Original)
Ano: 2012
Estréia: 2012
Diretor: Stephen Chbosky
Duração: 103 minutos
Classificação: +14
Gênero: Drama, Romance
Países de Origem: EUA

As vantagens de ser invisível se trata de um filme onde o protagonista Charlie (Logan Lerman) sofre de esquizofrenia após a morte de seu melhor amigo, mas a vida dele muda quando ele encontra Patrick (Ezra Miller) no jogo de futebol americano da escola, após uma pequena conversa ele conhece Sam (Emma Watson) que é irmã de criação de Patrick e eles vivem altas aventuras.

A obra é muito boa, é uma espécie de drama escolar, contendo ótimas trilhas sonoras contando com o astro David Bowie e Michael Brook, além de ter bons figurinos e uma ótima narração, o autor Stephen Chbosky teve a intenção de mostrar como a vida pode melhorar ou piorar diante de situações difíceis, é uma ótima obra e super recomendada.



Autores: Gustavo C., Luccas Magalhães, Leonardo Piratelli          

A Onda





Dirigido por: Matt Duffer, Ross Duffer
Ano: 2016
Gênero: Aventura, Ficção Cientifica, Suspense
País de Origem: Estados Unidos


Stranger Things é a mais nova série do Netflix, a qual se passa em Hawkins, Indiana (Cidade Fictícia), nos anos 80 (1983).  Por conta disso faz muita referência a coisas da época, como terror (Era um gênero que as pessoas gostavam), filmes, música, e a Guerra Fria.

Tudo começa com o desaparecimento misterioso de Will Byers  (Noah Schnapp), o que faz com que seus amigos, família e toda a cidade saiam a sua procura. Enquanto a polícia procura por um lado da cidade, os seus amigos, que não eram para estar procurando, em sua busca acabam encontrando na floresta, 11 (Millie Bobby Brown), uma garota misteriosa com poderes  tele cinéticos. Enquanto todos procuram o garoto desaparecido, outras pessoas procuravam a garota, até então o motivo era desconhecido, e a garota ainda não confiava em ninguém para contar. A família do menino, os amigos, e também o detetive, não desistem de achar Will, o que os leva a fazer um plano de resgate que gira em torno de 11, devido aos seus poderes tele cinéticos.

A série é muito bem feita, tanto em termos técnicos, quanto em relação à história que tem um foco em achar Will, você se prende a ela e não consegue parar, e o suspense é muito bem colocado, a escolha do elenco, todas as referências dos anos 80 são muito fiéis e engraçadas, e quem viveu nessa época ou conhece essa cultura vai sentir aquela nostalgia, com um roteiro muito bem escrito com bons diálogos, mistura um pouco de terror, com comédia e suspense. 

 Autor(es): Maelly Alves, Beatriz Salviano, Ana Beatriz Martins, Gabriela Fernandes, Camila Leite, Giovanna Dias e Caio Giovinazzo.

Stranger Things – O Mundo das Coisas Estranhas e Misteriosas


Dirigido por: Matt Duffer, Ross Duffer
Ano: 2016
Gênero: Aventura, Ficção Cientifica, Suspense
País de Origem: Estados Unidos

Stranger Things é a mais nova série do Netflix, a qual se passa em Hawkins, Indiana (Cidade Fictícia), nos anos 80 (1983).  Por conta disso faz muita referência a coisas da época, como terror (Era um gênero que as pessoas gostavam), filmes, música, e a Guerra Fria.

Tudo começa com o desaparecimento misterioso de Will Byers  (Noah Schnapp), o que faz com que seus amigos, família e toda a cidade saiam a sua procura. Enquanto a polícia procura por um lado da cidade, os seus amigos, que não eram para estar procurando, em sua busca acabam encontrando na floresta, 11 (Millie Bobby Brown), uma garota misteriosa com poderes  tele cinéticos. Enquanto todos procuram o garoto desaparecido, outras pessoas procuravam a garota, até então o motivo era desconhecido, e a garota ainda não confiava em ninguém para contar. A família do menino, os amigos, e também o detetive, não desistem de achar Will, o que os leva a fazer um plano de resgate que gira em torno de 11, devido aos seus poderes tele cinéticos.

A série é muito bem feita, tanto em termos técnicos, quanto em relação à história que tem um foco em achar Will, você se prende a ela e não consegue parar, e o suspense é muito bem colocado, a escolha do elenco, todas as referências dos anos 80 são muito fiéis e engraçadas, e quem viveu nessa época ou conhece essa cultura vai sentir aquela nostalgia, com um roteiro muito bem escrito com bons diálogos, mistura um pouco de terror, com comédia e suspense. 

Autor(es): Maelly Alves, Beatriz Salviano, Ana Beatriz Martins, Gabriela Fernandes, Camila Leite, Giovanna Dias e Caio Giovinazzo.

The Walking Dead



Dirigido por: Enerst R. Dickerson, Frank Darabont, Guy Ferland, Gwyneth Horder Payton, Michelle MacLaren
Ano: 2010
Gênero: Drama, Ficção, Terror
País de Origem: Estados Unidos

Como base nos quadrinhos de Robert Kirkman, The Walking Dead, ou TWD para os fãs, é uma série norte americano que se passa em um mundo apocalíptico. Na série, vemos como é a vida nessa Terra cheias de zumbis, tendo grande foco nas pessoas ainda vivas e em seus comportamentos nesse mundo sem leis; A enorme parte da população da terra foi infectada por um vírus misterioso que os transforma em mortos-vivos. Os poucos sobreviventes dessa epidemia agora devem se unir como um grupo para sobreviver, a zumbis e a outras pessoas. O grupo é liderado por Rick Grimes (Andrew Lincoln), um policial do interior que acordou de um coma e se vê sozinho em um hospital cercado por mortos-vivos e agora sua esposa, Lori (Sarah Wayne Callies), e seu filho de 10 anos Carl (Chandler Riggs). Ele se junta a Shane (Jon Bernthal), seu parceiro da época de policial; Andrea (Lauren Holden), uma das duas irmãs que sobreviveu a praga; Glenn (Steven Yeun), um entregador de pizza experiente nas ruas; entre outros sobreviventes que lutam para escapar do fim.

Como mencionado, diferente de outras histórias de zumbis, The Walking Dead tem seu foco principal nos que ainda estão vivos, mostrando o drama do grupo de Rick para sobreviver e a tensão quando encontram outras pessoas não sabendo se vão poder confiar ou não; também podemos perceber a evolução de cada personagem, tendo o exemplo da primeira vez que cada um matou um zumbi ou até mesmo uma pessoa onde, com o passar do tempo, isso virou algo comum para os sobreviventes. Esse fato de mudar o foco comum que seria os zumbis para as pessoas não faz ser necessariamente melhor, mas nos dá uma sensação de proximidade ao personagem, algumas vezes até nos colocando no lugar do tal; assim podemos entender melhor a escolha de usar Rick como um dos focos narrativos, pois ele é um policial com treinamento com armas de fogos e experiência em situações extremas, como um senso de justiça de um policial, assim tornando as suas escolhas mais chocantes para uma sociedade normal, mas em um mundo destruída é algo aceitável para sua sobrevivência e de seu grupo.

Depois de um tempo o ser humano vai se adaptando as condições desse novo mundo e os choques entre diferentes grupos de pessoas, por causa dos mais variados recursos, se torna algo inevitável e comum. Assim vemos que as pessoas são o maior perigo deste novo mundo zumbi. Com tudo é uma ótima série que vai para sua Sétima Temporada fazendo um grande sucesso nessa área pop da cultura, tem bons diálogos no geral e grandes cenas de drama entre os sobreviventes, também é destacável alguns ápices de ação da série; TWD é uma ótima pedida por mesclar diferentes gêneros, com terror, drama, ação e um pouco de romance, é uma série que não foge muito da realidade, tendo zumbis como plano de fundo, se trocarmos o plano de fundo para uma 3ª guerra mundial, a série não mudaria muito e ainda teria o foco principal nos personagens.

Autor(es): Maelly Alves, Beatriz Salviano, Ana Beatriz Martins, Gabriela Fernandes, Camila Leite, Giovanna Dias e Caio Giovinazzo.

O Show de Truman - O Show da Vida







Título original: The Truman Show
Diretor: Peter Weir
Gênero: Comédia, Ficção cientifica, Drama
Ano de lançamento: 1998

Resenha de Gabriel S. Orlandini

Truman Burbank (Jim Carrey) vive na ilha de Seahaven e é um vendedor de seguros. Sua vida é simples e monótona, já que realiza as mesmas coisas todos os dias. A cidade é bem organizada e segura, onde não existem problemas. Com o passar do tempo é de se imaginar que o mundo é bem maior que apenas a cidade em que vivemos, e vários acontecimentos ao longo da história fazem com que Truman se questione sobre o que existe além dos limites de sua cidade e faz com que ele tente descobrir, porém tudo parece conspirar para que isso dê errado. Isso gera grande desconfiança e Truman fica obcecado em saber o que realmente está acontecendo.

O filme tem um roteiro muito inteligente e criativo, com a intenção de criar uma reflexão no espectador, questionando o conceito de realidade (não é a toa que ganhou vários prêmios). Apesar de ser um filme de drama contém um tom bem humorado. A atuação versátil de Jim Carrey tem grande contraste em relação aos outros personagens. O desfecho do filme é realmente emocionante.

Will & Will: Um Nome, Um Destino


Título: Will & Will: Um Nome, Um Destino.
Título Original: Will Grayson Will Grayson.
Autor: John Green e David Levithan.
Tradução: Raquel Zampil.
Número de Páginas: 352 páginas.
Publicação: Galera Record.
Ano: 2013.

“Will & Will” se trata de um romance cheio de personagens marcantes, contando a história de Will Grayson e Will Grayson que são dois jovens que aparentemente só possuem o nome em comum. O primeiro Will Grayson, que deduzimos ter sido escrito por John Green, carrega consigo inúmeras dúvidas quanto a si e seu exterior, e se sente coadjuvante da vida de Tiny Cooper, seu melhor amigo desde a infância e que se entende por homossexual desde a mesma, Tiny acredita ser o centro do universo e apesar de seu enorme egocentrismo ele acaba por encantar à todos com sua personalidade doce, seu grupo de amizade é completado por Jane, uma garota alternativa que está passando por inúmeras incertezas amorosas. O segundo Will Grayson, escrito por David Levithan é um garoto que foi diagnosticado com depressão e que tem como refúgio, além dos remédios, Isaac, o personagem demonstra não se importar com muitas coisas, incluindo o convívio social, além de Isaac, mas tem como amiga Maura, uma garota problemática com motivações duvidosas. A vida dos dois se une ao se encontrarem em um sex shop de Chicago, o porquê de estarem lá e o desenrolar da “cena” é um dos acontecimentos mais importantes e divertidos da narrativa, portanto deixarei para o leitor descobrir, a partir desse momento a vida dos dois parecem estar ligadas para sempre.

O livro gera bastante expectativa por se tratar de dois autores que carregam com o nome seus romances incríveis que se tornaram bests sellers e na minha opinião ele cumpre com quase todas elas, ao longo de toda a obra surgem inúmeras curiosidades que nos prendem na leitura do livro, também me agradou muito por abordar questões importantes como a aceitação da homossexualidade e a depressão com naturalidade e de maneira leve, podendo até mesmo ser utilizado para fazer as pessoas compreenderem melhor o assunto, outro ponto que me agradou muito é o fato dele não ter sido previsível, o livro só peca por iniciar meio confuso e demorar pra ganhar ritmo e nos prender na leitura.


Autoras: NK e Luana Kadota 

A Casa das Palavras

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A Casa das Palavras
Autora: Marina Colasanti
Editora: Editora Ática, 2003
País: Brasil
Gênero: Crônica

A obra publicada em 2003 pela Marina Colasanti é composta por 25 crônicas que por si provam o poder das palavras. Nelas Marina Colasanti nos faz refletir sobre situações cotidianas e do mundo atual, nos tirando da nossa zona de conforto com histórias que fazem necessário minuciosas e atenciosas interpretações para que se consiga extrair os mínimos detalhes.

Abordando temas desde a natureza até a vida urbana, a obra consegue nos comover acerca de assuntos que muitas vezes muitas vezes escolhermos ignorar. Para quem não tem tem costume de ler livros em que há certas palavras desconhecidas, a leitura pode acabar sendo um pouco cansativa. Contudo a obra expressa muitos conhecimentos e aprendizados além de tocar em assuntos polêmicos mostrando leveza nas palavras.

Sobre Marina Colasanti: Nascida em 1937, Marina começou a se interessar por crônicas e Histórias aos 11 anos e ao longo de sua vida escreveu diversos livros com sucessos de venda, escrevendo diferentes gêneros textuais, sempre de forma livre porém profunda.

Autor(es): Rafael Antonio e Gustavo Borges

This Is (not) It

Fonte: http://www.michaeljackson.ch
Michael Jackson’s This Is It
Diretor: Kenny Ortega
Duração: 1h 52m
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Show, Musical


This Is It é um documentário que apresenta os últimos ensaios daquele que fez o mundo dançar, Michael Jackson. O Rei do Pop estava se preparando para sua última turnê, a qual representaria o fechamento das cortinas.
Ao longo do documentário, somos inseridos na esfera mágica que só ele foi capaz de nos apresentar, com todo brilho e escapismo próprios de sua obra.
Esse documentário é uma verdadeira obra-prima para aqueles que querem conhecer o ser humano por trás de toda genialidade do mito. Somos surpreendidos por um homem extremamente educado, atencioso, profissional, que conhecia cada compasso de sua obra e, como todo gênio, perfeccionista ao extremo. Frases como “Deus te abençoe” e “Eu te amo mais” é o que não faltam.
Assistir a esse documentário é embarcar em uma emocionante viagem através de seus sucessos que marcaram épocas, além de se encantar com a intimidade estabelecida entre a arte e o artista, a dança e o dançarino, a música e o cantor, entre o rei e os seus súditos.
Estamos todos convidados a presenciar, como ele mesmo disse, a união entre o humano e o divino, o material e o espiritual. É impossível conter as lágrimas, mas a certeza de que Michael Jackson é a ideia viva do inesquecível silencia a saudade diante de nossos eternos aplausos.


      Autoras: Elaine Cristina Papini e Ana Beatriz Costa

Perdido em marte (The Martian)

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Data de Lançamento: 1 de outubro de 2015
Duração do filme: 2h 24min
Direção: Ridley Scott
Elenco: Matt Damon, Jessica Chastain, Kristen Wiig
Gênero: Ficção científica
Nacionalidade: Eua
              
Uma equipe de astronautas, que realizaram uma missão em marte, foi surpreendida por uma tempestade de areia que os forçou a deixar o planeta imediatamente. Um dos astronautas ficou para trás e achando que ele havia morrido a equipe continuou a evacuação. Após a tempestade o astronauta Mark Watney ainda estava vivo e agora precisava descobrir uma forma de produzir recursos para sobreviver e conseguir comunicação com a terra.

O filme retrata de forma dinâmica como seria a missão de salvamento de uma pessoa em outro planeta. O diretor Ridley Scott (famoso por dirigir os clássicos “Aliens” e “Blade Runners”), apresenta ao espectador essa ideia de forma simples e de fácil entendimento ao telespectador. O filme tem um tom bem humorado com momentos de tensão. A trilha sonora é agradável, com algumas músicas dos anos 70 e 80, contando até com o clássico de David Bowie “Starman”. Os trajes espaciais e todos os veículos e cenários são representados com fidelidade aos reais, além de influenciar indiretamente o enredo. As ideias são lineares e o roteiro contem poucos pontos sem ligação.

Autores: Gabriel Orlandini, Guilherme Vaccani